Sinais de esperança

Encontro de jovens

Sou um jovem sociólogo lusodescendente, a viver em Paris. Vivi quatro dias na Azambuja com lituanos, romenos e holandeses, trocámos as nossas ideias sobre a fé e o compromisso social e compartilhámos orações comuns, cantando em todas as línguas em homenagem às vítimas do tsunami.

Foi a primeira vez que num encontro de Taizé, não houve nenhum a dormir num alojamento colectivo, os portugueses abriram as portas aos 40.000 mil jovens!

Nunca esquecerei o motorista do autocarro, um homem idoso que nos levava todas as manhãs à igreja, que escreveu uma carta em português para agradecer aos jovens europeus o facto de lhe terem devolvido a fé em Deus, carta que traduzi em inglês, para eles todos. Nesse dia, alguns jovens cantaram-lhe uma canção em romeno no autocarro. O homem chorou. Se vou reter um momento deste encontro de Taizé, será este, de alegria e humanidade.

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Promover a unidade

João Paulo II alentou, há dias, os católicos de rito oriental ligados a Roma a promover contactos com as Igrejas ortodoxas – com as que compartilham tradições e liturgia – para superar a divisão dos inícios do segundo milénio.
Escutaram as palavras do Papa 150 participantes no Sínodo Interpatriarcal das três circunscrições eclesiásticas bizantinas católicas na Itália: a Eparquia de Lungro, a Eparquia de Piana dos Albaneses e o Mosteiro de Santa Maria de Grottaferrata.
«Alento-vos a continuar os contactos, graças à comum tradição litúrgica, com as Igrejas ortodoxas desejosas também elas de dar glória a Deus e Salvador», afirmou o Papa.
«Herdeiros de um património espiritual comum, estas igrejas vossas estão chamadas a testemunhar a unidade da mesma fé em diferentes contextos sociais. Colaboram desde o ponto de vista pastoral com as comunidades de tradição latina e reforçam cada vez mais sua identidade, aproveitando sua milenar tradição bizantina», disse o Papa.