Servir os que mais sofrem
A Igreja, as suas comunidades e cada um dos cristãos terão de testemunhar com sinais de atenção ao próximo aquilo que proclamam e celebram. Para que tal aconteça, não basta que haja bons propósitos e se lembre a cada fiel o mandamento do amor. É preciso organizar. Na sociedade actual surgem necessidades e agudizam-se problemas que só uma resposta colectiva e organizada pode solucionar. Por isso, as comunidades cristãs deverão dedicar à pastoral do serviço aos que sofrem a mesma atenção que dedicam à catequese e à liturgia. A Diocese de Coimbra tem dentro de si inúmeras organizações e movimentos de serviço caritativo, como as Misericórdias, as Conferências de S. Vicente de Paulo, os Centros Sociais Paroquiais, diversos grupos de âmbito paroquial... |
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Entre todos, ocupa lugar de relevo a Cáritas Diocesana de Coimbra. Com a colaboração de todos eles, a Diocese propõe-se garantir, em cada paróquia e outras grandes comunidades humanas (hospitais, prisões...), a existência de um grupo de serviço sócio-caritativo.
Considerando a maior gravidade do mal, dedicar-se-á maior atenção aos imigrantes e também à toxicodependência, a casos de sida e a situação de mulheres em risco.
Ao nível das comunidades paroquiais, orientar-se-á a sua atenção para o acompanhamento dos idosos não apoiados por instituições, para o associativismo dos jovens e para a prevenção de dependências.
Pertencerá às Paróquias, aos seus grupos paroquiais de serviço sócio-caritativo e a outros organismos de âmbito diocesano, dar a conhecer aqueles objectivos e apoiar a sua realização. E não basta dar dinheiro é preciso fazer-se próximo
Procurar-se-á envolver nas nossas acções muitas pessoas de boa vontade que, não sendo praticantes da fé, amam o próximo e poderão encontrar na prática da caridade o caminho para Deus.
Plano Pastoral de Coimbra