O que dizem os jornais
Mais uma assassinada
Mais uma criança foi barbaramente maltratada e assassinada, por um ou mais adultos, no nosso País. Se os maus tratos e o homicídio são sempre crimes repelentes e imperdoáveis, estes de que as crianças são vítimas revestem-se de tal gravidade que já há muito deveriam ter levado os órgãos governamentais e as entidades competentes a alterar profundamente a Lei Penal e a introduzir as sanções que constituam factor de dissuasão e pesem efectivamente na prevenção geral.
Evidentemente que motivos diversos, entre eles a exclusão social e o baixo nível mental dos criminosos, também tem a sua quota parte nestes actos desumanos. Mas não chegam. Ninguém, por ser muito pobre ou por ser iletrado, se transforma por isso num assassino. Frequentemente até são estes que mais carinhosos e preocupados se mostram com as suas crianças.
Mas, antes dos retóricos descobrirem a origem do mal e fazerem as suas propostas no sentido de o prevenir, infelizmente só há um caminho que se tem de tomar urgentemente: endurecer a Lei Penal. (J. T. Santos in «A Voz do Domingo»)
Sexta feira... noite do dia 12 de Maio
Junto da porta principal da Igreja Matriz da cidade um grupo grande de gente, de todas as
idades, de vela na mão, aguarda a saída da procissão de velas! Tarda a procissão a
sair
alguém espreita dentro da Igreja! Reza-se o terço! As pessoas do lado de fora
ficam em estado de choque
então não há procissão de velas este ano?! Os padres
tiram-nos a fé
este padre velho
já devia ter ido embora!
Se tivessem entrado na Igreja teriam descoberto que o pároco havia sido internado no hospital há alguns dias e aquele terço estava a ser rezado pelas suas melhoras! "Haja paciência para tão pouca inteligência"! (In blogue do Padre Tó Carlos)