O que dizem os jornais
Estupidez nacional
O governo australiano dá a cada família que tenha um bebé, 4000 Euros de bónus, para além dos subsídios normais. Resultado: o índice de nascimentos subiu em flecha e o ano passado atingiu já a média de 1,99 bebés por mulher e com tendência para subir, e a diferença entre nascimentos/óbitos é, pela primeira vez em 20 anos, positiva.
Em Portugal, o número de nascimentos está a cair há décadas. Em 1960 nasceram quase 214 mil bebés, em 1980 esse número estava pouco acima dos 152 mil e em 2002 situou-se nos 114 mil.
Os subsídios são quase nulos e o País precisava de ter pelo menos mais 45 mil nascimentos por ano. Para isso tem de ajudar mais as famílias com crianças. Mas o ministro da Saúde quer subsidiar clínicas que façam abortos, enquanto os doentes estão à espera de ser operados.
Filhos comunitários
Na sequência do nosso comunicado do passado dia 30 de Junho em que denunciámos que Albino Almeida, presidente da CONFAP - Confederação Nacional de Associações de Pais, afirmou nesse dia, num canal de televisão, que "temos que assumir, entre todos nós, que os filhos são biologicamente nossos, mas socialmente de toda a comunidade", tentando, assim, justificar que deve ser o Estado a definir o "modelo educativo", restando aos pais o simples papel de "produtores de crianças", recebemos vários emails de pessoas que não acreditavam, e que nos pediam que o provássemos.
De facto, é inacreditável que alguém, e muito menos o presidente do órgão de cúpula das associações de pais, possa proferir tais declarações num Estado democrático. Mas, infelizmente, é mesmo verdade, pelo que anexamos a sua intervenção no programa "Tudo em Família", no canal 2, do passado dia 30 de Junho. Vejam, e ouçam em www.move.com.pt/documentos/3milenio.wmv.
Serão pessoas com este pensar que representam os pais portugueses?