Coimbra aos pés da Virgem
| A Diocese de Coimbra peregrinou até
Fátima nos dias 6 e 7 de Maio. Uns foram a pé como foi o caso das paróquias de
Brasfemes e Souselas, outros de bicicleta (organizado pelo Secretariado Diocesano da
Pastoral Juvenil), e o grande número foi de autocarros no dia 7de Maio. Quem se dirigisse
a Fátima nesse dia, era impressionante a quantidade de autocarros que circulavam na A1,
oriundos das várias paróquias da nossa diocese Participaram na Eucaristia internacional (às 11 horas) no recinto do Santuário de Fátima cerca de sessenta e cinco mil pessoas, grande parte provenientes da Diocese de Coimbra, registou o Serviço de Imprensa do Santuário. D. Albino Cleto, Bispo de Coimbra, presidiu à celebração eucarística, lançando um desafio, aos muitos jovens que aí se encontravam, (realizava-se na mesma altura o Fátima-Jovem), da entrega total a Cristo e à Igreja. |
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"Muitas comunidades cristãs esperam um padre", disse. ( ) "A Igreja pede ao Senhor da messe, que hoje e todos os dias, mande um trabalhador para a sua messe", afirmou D. Albino, que também rezou para que surjam "leigos consagrados para serem no mundo o sal da terra".
No Dia Mundial de Oração pelas Vocações foram ainda recordados todos aqueles e aquelas que vivem consagrados à Igreja os quais, nas palavras do Bispo de Coimbra, "têm como modelo Maria", são "solícitos" e devem "cuidar dos filhos para não se extraviarem".
No fim-de-semana em que mais de oito mil jovens de todas as dioceses do país concretizaram a sua peregrinação a Fátima o "Fátima Jovem 2006" , sob o lema "Cristo, luz do meu caminho", o Bispo de Coimbra; que concelebrou esta manhã com o Bispo Emérito de Coimbra, D. João Alves, e com o Administrador Apostólico na Diocese de Leiria-Fátima, D. Serafim Ferreira e Silva; direccionou, durante parte da homilia, as suas palavras para a juventude, convidando os jovens a "construir a Igreja de Jesus", o que significa "ambicionar para o futuro da tua geração uma sociedade melhor", que terão de ser os jovens a ajudar a construir.
"Seremos construtores (de uma sociedade melhor) se soubermos chamar os que estão mais afastados da Igreja", trabalho que pode ser feito "na escola, no café, nas discussões de grupo", disse.
Miguel Cotrim