O problema do desemprego

Desde meados de 2001, que os despedimentos estão a aumentar. O ritmo acelerou no fim do ano, com a ameaça da guerra no Iraque. O desemprego está a incidir na faixa dos 25-34 anos, nos quadros especializados (no caso dos homens) e nas operárias (mulheres).

O direito ao trabalho é algo de sagrado, porque pelo trabalho se enriquece a sociedade e se ganha o direito a uma vida digna. Quem não trabalha está mais sujeito a criar vícios e habitua-se a uma vida de dependência. Por isso tudo o que se fizer para ocupar as pessoas é digno de louvor.  Após uma chamada de atenção do Presidente da República para a necessidade de não olhar passivamente para o encerramento de empresas, o governo acelerou a sua tomada de medidas para acudir aos desempregados.

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Eis algumas dessas políticas agora aprovadas:

Programa "Emprego-Formação" para jovens à procura do primeiro emprego e desempregados de longa duração.
Apoios à contratação de jovens, desempregados de longa duração e trabalhadores com mais de 45 anos.
Alargamento ao teletrabalho e ao trabalho domiciliário de incentivos à ocupação parcial.
Apoio à mobilidade geográfica.
Protocolos com câmaras e juntas de freguesia para estágios destinados a jovens com qualificações superiores.
Subsídios provisórios de desemprego e aumento do subsídio de desemprego parcial.
Redução do prazo de garantia do subsídio de desemprego e majoração do montante do subsídio de desemprego.
Acesso à pensão de velhice por antecipação de idade de desempregados com 55 ou mais anos de idade.
Apoio à frequência de creches, de ATL e do pré-escolar.