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de metade da população portuguesa tem excesso de massa gorda no corpo, apesar de ainda
não ter ultrapassado a fasquia da obesidade. O alerta foi dado pela Fundação Portuguesa
de Cardiologia, ao divulgar recentemente os resultados de um rastreio nacional, realizado
em 2000, sob o lema «Perca peso, ganhe coração». Segundo os dados recolhidos, grande
parte da população com peso normal tem matéria gorda a mais (42 por cento), correndo o
risco de sofrer doenças cardiovasculares, como os obesos. Estes últimos compõem já 16
por cento do panorama nacional e são seguidos de 42 por cento de pessoas que admitem ter
adquirido quilos a mais.
Os novos hábitos de alimentação (também aqui os Estados Unidos têm imposto a moda) são causadores deste estado de coisas. Tratamento Não escolha métodos agressivos do organismo. Em casos normais, basta regressar às comidas tradicionais. Legumes, frutas verdes e secas, pouca carne, algum peixe. Massas, pão e farináceos com regra. Muita água, poucas bebidas alcoólicas, meio sal e pouco açúcar. Fritos e carnes gordas só por festa. E sempre muito exercício físico. Só em casos especiais precisará de recorrer a especialistas.
Há qualquer coisa de cruel, demoníaco até, naquele que precisa da guerra. Tem a chance de resolver tudo na mesa de conversação, mas despreza o diálogo porque politicamente lhe serve mais a guerra. Há qualquer coisa de demoníaco num país que vende armas, incentiva a guerra e só depois admite a mediação na mesa de negociação. Toda a vez que os povos escolhem de maneira tresloucada a
guerra, para só depois de 5, 6, ou 10 anos e 100 mil vítimas, conversar; toda a vez que
isso acontece, a humanidade fica um pouco mais podre. Se um dia, mais cedo ou mais tarde,
todas as pessoas em guerra precisarem de se sentar à mesa de conversação; se daqui a 6
meses, 3 anos ou 30 anos, vai ser preciso sentar-se àquela mesa, então, por que não o
fazem antes que morra tanta gente? O suicídio O Presidente da Sociedade Portuguesa de Suicidologia apelou à contenção da comunicação social na divulgação de notícias sobre suicídios, porque o sensacionalismo pode ser "a gota de água" que faz passar muitas pessoas ao acto. «Uma divulgação pretensamente heróica pode ser a gota de água que faz passar ao acto, sobretudo em pessoas com algumas perturbações», alertou o psiquiatra Carlos Braz Saraiva, em declarações à agência Lusa, a propósito do simpósio "O Suicídio e a Comunicação Social", que decorreu há pouco em Lisboa.Na sua perspectiva, «abrir telejornais com notícias de suicídio é uma falta de respeito para com a memória do próprio e em relação à família», que abre também a possibilidade de gerar actos idênticos, por imitação. No simpósio, que decorreu na aula magna da Faculdade de Medicina de Lisboa (Hospital de Santa Maria), foi apresentado um conjunto de recomendações publicado recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para a divulgação de notícias de suicídio, no sentido da prevenção de comportamentos de contágio ou imitação. A Organização Mundial de Saúde aconselha também os jornalistas a não fornecerem detalhes sobre os actos (os métodos ou os locais, nomeadamente) e a evitarem glorificar as mortes por suicídio, para esvaziar a carga simbólica que se atribui por vezes ao suicida - à semelhança do que aconteceu com o vocalista dos Nirvana, Kurt Cobain, que se suicidou em 1994 e, que, devido à «força dos modelos», desencadeou actos semelhantes. Secção recreativa ADIVINHATirar o cepo e ficar a cova É natural e mesmo vulgar; Tirar a cova e ficar o cepo Vê se és capaz de adivinhar. CHARADA COMBINADA 1.ª + baz = cesto de verga 2.ª + to + filho do filho 3.ª + bo + ponta de terraVaso para água CHARADA EM FRASE Não vês aqui um lindo cântaro. Cuidado não molhes a capa. 1-2 SOLUÇÃO DAS ANTERIORES: da adivinha: o caixão; das charadas: alqueire e macaco. ANEDOTA DA SEMANA O Juiz Porque roubou a moto? Réu Porque já há uns dias que eu a via ao pédo cemitério e pensei que o dono tinha morrido... Juiz E então não se lembrou de verse ela tinha dono?! Réu Ir, fui. Mas quando perguntei pelo dono, ninguém me respondeu!... |
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