Presença (in)visível - a fé e a arte
Na manhã do dia 21 foi abordada a relação entre o binómio Fé e
Arte: as razões da relação (pelo Prof. João Manuel Duque, da U.C.P. de Braga) e a sua
história (pela Prof. Natália Correia Guedes, da U.C.P. de Lisboa). Seguiram-se as
diversas áreas em que as duas realidades se unem e exprimem: na tarde do mesmo dia, a
pintura e escultura (pelo P. João Marcos, de Lisboa) e a arquitectura (pelo Arq. Luís
Cunha, do I.S.C.T.E. de Lisboa); na manhã do passado dia 22, a música (pelo Dr. Pedro
Miranda, de Coimbra) e a literatura (pelo Doutor Manuel Ribeiro, do Porto).
Com este tema e no ano em que Coimbra é capital nacional da cultura, as jornadas
ofereceram certamente um proveitoso contributo para se compreender, apreciar e usar o modo
porventura mais adequado de o ser humano viver a dimensão religiosa da sua existência.
Além disso, a própria inspiração e criatividade artística, em que o humano se
transcende a si próprio, continua ainda hoje a procurar no Transcendente um dos seus
motivos privilegiados.
Por isso, as jornadas, embora incidindo especialmente na fé e na arte cristãs, podem
interessar também a pessoas de outros credos ou mesmo sem qualquer crença religiosa.
Anacleto
de Oliveira